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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Iluminação de Salão de Beleza

Case: Salão de Beleza Studio W , São Paulo - SP

Luz sob teto baixo
Uma luminária especial, construída a partir da fusão de dois modelos de linha, é o principal elemento na proposta do arquiteto e designer Guinter Parschalk para o salão de beleza Studio W, situado num shopping center da capital paulista.
A peça foi o recurso utilizado pelo profissional para superar desafios impostos pelo espaço, como o pé-direito muito baixo e a presença de grandes vigas a cada metro.
As atividades realizadas em salões de beleza requerem luminosidade uniforme e elevados níveis de iluminamento, além de máxima fidelidade na reprodução de cores. “A cliente não pode ter uma surpresa com a cor dos cabelos quando sair do salão”, explica Parschalk.


O espaço, antes utilizado como depósito do shopping, fica acima de um patamar de garagens e tem apenas 2,5 m de pé-direito. Outro complicador era a presença de grandes vigas.
Aparentes, elas chegam a medir 40 cm, criando modulação indesejada na cobertura e reduzindo
a altura a 2,10 m em determinados pontos.
Para que isso não comprometesse a uniformidade luminosa nem produzisse contrastes prejudiciais de claridade e sombra, a luz foi trazida ao plano inferior das vigas por meio de luminárias suspensas por hastes.
O layout estipulou o uso de uma luminária de teto entre duas cadeiras, de modo que a entrada de luz seja diagonal em relação ao cliente.
Desenvolvidas especialmente para o projeto, as luminárias resultam da combinação de dois produtos de linha, ambos com corpo e refletor de aço e pintura eletrostática branca.
O modelo básico é quadrado, com pouco mais de 60 cm de lado; à sua parte central foi acoplada outra luminária, em forma de meia cana. Esse protótipo foi testado pela equipe do Studio W com lâmpadas fluorescentes e halógenas de diferentes características.
“O desafio foi chegar à proporção correta entre os dois tipos de lâmpada e às especificações de cada uma”, afirma Parschalk.Cada luminária emprega duas fluorescentes de tonalidade branca e uma halógena, de tom amarelado.
A luz resultante dessa combinação é distribuída por rebatimento, evitando a incidência direta sobre pessoas e objetos. Os níveis de iluminamento oscilam de 500 lux a 700 lux, conforme as exigências de cada atividade.
Como as halógenas dissipam muito calor, foram previstos sistema de ar condicionado com maior dimensionamento e circuitos independentes que possibilitam apagar apenas esse tipo de lâmpada.

Para complementar o espaço, Parschalk especificou arandelas de policarbonato com incandescentes comuns. Elas foram dispostas sobre os grandes balcões de atendimento, correspondendo à posição de cada uma das vigas.


Fonte: ARCOWEB por Nanci Corbioli e Lighting Academy

2 comentários:

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